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Espanha vence a Argentina na prorrogação e conquista o bicampeonato da Copa do Mundo
Ferrán Torres marca o gol do título no MetLife Stadium, e a Fúria encerra jejum de 16 anos para voltar ao topo do futebol mundial
Publicado em 19/07/2026 20:36
Futebol Mundial

Depois de 16 anos de espera, a Espanha voltou a soltar o grito de campeã do mundo. Neste domingo (19), a Fúria derrotou a Argentina por 1 a 0 na final da Copa do Mundo de 2026 e conquistou o segundo título mundial de sua história. O gol da vitória foi marcado por Ferrán Torres, logo no início do segundo tempo da prorrogação, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A decisão foi amplamente dominada pelos espanhóis. Durante toda a partida, a equipe comandada por Luis de la Fuente pressionou a defesa argentina e criou diversas oportunidades de gol. A superioridade ficou ainda mais evidente após a expulsão de Enzo Fernández, nos minutos finais do tempo regulamentar. Com um jogador a mais, a Espanha manteve a pressão e, depois de 19 finalizações, chegou ao gol decisivo com Ferrán Torres, que superou o goleiro Dibu Martínez e garantiu o bicampeonato mundial.

Resumo da partida

Espanha 1 x 0 Argentina

  • Competição: Final da Copa do Mundo de 2026
  • Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (Estados Unidos)
  • Data: 19 de julho de 2026 (domingo)
  • Horário: 16h (de Brasília)
  • Público: 80.663 torcedores

Cartões amarelos: Lisandro Martínez, Paredes, Enzo Fernández, Lionel Scaloni e Mac Allister (Argentina).

Cartão vermelho: Enzo Fernández (Argentina).

Arbitragem

  • Árbitro: Slavko Vinčić (Eslovênia)
  • Assistentes: Tomaž Klančnik (Eslovênia) e Andraž Kovačič (Eslovênia)
  • VAR: Bastian Dankert (Alemanha)

Gol

  • 1 x 0: Ferrán Torres, aos 1 minuto do segundo tempo da prorrogação.

Escalações

Espanha: Unai Simón; Pedro Porro, Cubarsí, Laporte (Eric García) e Cucurella; Rodri (Zubimendi), Fabián Ruiz (Pedri) e Dani Olmo (Merino); Lamine Yamal, Álex Baena (Nico Williams) e Oyarzabal (Ferrán Torres).
Técnico: Luis de la Fuente.

Argentina: Dibu Martínez; Montiel (Molina), Cuti Romero (Medina), Lisandro Martínez (Otamendi) e Tagliafico; Enzo Fernández, Mac Allister, De Paul (Simeone) e Messi; Nico González (Paredes) e Julián Álvarez (Senesi).
Técnico: Lionel Scaloni.

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